Um centavo por quilômetro
22 julho 2008 at 1:40 pm (Notícias) (60ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Prog, adaptação tecnológica, Agência Fapesp, aprimoramento tecnológico, automóveis, autonomia, bateria, baterias de íon lítio, Brasil, Brazil, Campinas-SP, características técnicas, cartão de abastecimento, chumbo ácido, comercialização, condicionamento da potência da moto, CPFL Energia, Desenvolvimento de Tecnologia, desenvolvimento responsável, diferentes condições de uso, ecarga de baterias em lojas especializadas, economia de combustíveis fósseis, emprego, Enertia, Expo T&C, futuro melhor para o planeta, gargalos, gases tóxicos causadores do efeito estufa, Gestão de Energia da CPFL, inovações beneficiem o país, José Tadeu Jorge, logística de mercado, Luiz Antônio Rossi, mais resistentes, meio ambiente, Mercado de Veículos Elétricos, moto elétrica, moto elétrica da CPFL e Unicamp, Motocicletas, motorcycle, motores de ar comprimido, motos, Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético, Nipe, otimização da tração do veículo, parceria entre universidade e empresa, parte mecânica e tração, Paulo Cezar Coelho Tavares, pesquisas, plano de negócio predefinido, ponto de vista ambiental, ponto de vista social, ponto de vista tecnológico, potência maior, preservação do meio ambiente, produzir conhecimento, projetos de pesquisa e desenvolvimento, protocolo de intenções, qualidade de vida, recarregar a bateria, redução do tempo de recarga da bateria, reitor da Unicamp, renda, resultados positivos, SBPC, sistema de bateria, SP, tecnologia de motos elétricas, tempo menor de substituição, tipos de terreno, Um centavo por quilômetro, Unicamp, Universidade Estadual de Campinas, veículo silencioso, Vectrix)
CPFL Energia e Unicamp vão aperfeiçoar tecnologia de motos elétricas importadas pela empresa. Primeiras unidades deverão ser comercializadas em seis meses.
A cerimônia, no estande da empresa na Expo T&C, no último dia da 60ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Campinas (SP), deu início ao projeto Desenvolvimento de Tecnologia e Mercado de Veículos Elétricos.
O objetivo do projeto é estudar características técnicas para o aprimoramento tecnológico de um modelo de moto elétrica importado pela CPFL, de modo a contribuir para a economia de combustíveis fósseis e para a preservação do meio ambiente. O veículo é silencioso e não emite gases tóxicos causadores do efeito estufa.
“Nos últimos quatro anos, a empresa vem desenvolvendo 26 projetos de pesquisa e desenvolvimento em parceria com a Unicamp, dos quais 16 foram encerrados com resultados positivos, em um valor global de cerca de R$ 26 milhões. Esse projeto que acaba de ser lançado certamente será exitoso, pois trará mais qualidade de vida paras as pessoas e um futuro melhor para o planeta”, disse Paulo Cezar Coelho Tavares, vice-presidente de Gestão de Energia da CPFL.
Após assinar o protocolo de intenções, o reitor José Tadeu Jorge expressou seu apoio ao projeto. “Para a Unicamp é uma satisfação muito grande estreitar essa nova parceria, uma vez que mais um trabalho sendo iniciado significa que os encerrados deram certo, o que nos permite pleitear novos projetos”, afirmou.
“Essa parceria entre universidade e empresa mostra que a academia está cumprindo seu papel de produzir conhecimento novo e fazer com que essas inovações beneficiem o país, produzindo emprego, renda e gerando riqueza para o desenvolvimento”, disse.
De acordo com Luiz Antônio Rossi, coordenador do Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético (Nipe) da Unicamp, que será responsável pelas pesquisas, elas se concentrarão em áreas como a otimização da tração do veículo em diferentes condições de uso e tipos de terreno encontrados no Brasil, ampliação de autonomia e redução do tempo de recarga da bateria.
Atualmente, o veículo tem autonomia de 50 quilômetros e leva quatro horas para recarregar a bateria. O projeto pretende elevar a autonomia para 150 quilômetros e reduzir o tempo de recarga para duas horas. O custo por quilômetro percorrido gira em torno de R$ 0,01.
“Um dos principais gargalos é o sistema de bateria, que, por ser de chumbo ácido, é muito pesada, tem vida útil pequena e tempo de recarga grande. Elas deverão ser substituídas por baterias de íon lítio, que têm potência maior e são mais resistentes. Com isso, teremos tempo menor de substituição e conseguiremos vencer distâncias maiores”, disse Rossi à Agência Fapesp.
Outros gargalos serão resolver o condicionamento da potência da moto, que envolve o sistema formado por bateria, parte mecânica e tração. “Além de estudarmos motores de ar comprimido, o projeto inclui ainda a criação de uma logística de mercado para a recarga de baterias em lojas especializadas, em troca de uma espécie de cartão de abastecimento”, explicou.
“O desafio do Nipe é grande por envolver o desenvolvimento responsável do ponto de vista tecnológico, ambiental e social”, concluiu Rossi. Segundo ele, essas pesquisas deverão ser realizadas em um prazo de seis meses, quando a CPFL Energia, seguindo um plano de negócio predefinido, deverá importar cerca de 50 novas unidades da moto elétrica para adaptação tecnológica e comercialização.
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Em outros países já foram criadas motos elétricas em padrões ‘semelhantes’, como a Enertia e a Vectrix…mas no Brasil creio que seja a primeira e se o projeto realmente funcionar teremos uma excelente moto econômica !





























